Frédéric Lordon
Pesquisador, autor de Et la vertu sauvera le monde..., Raisons d’agir, Paris, 2003.
Diretor de Pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), Paris.
Seus artigos nesse site:
O malabarismo dos camaleões
Estranha metamorfose: os economistas e jornalistas que defenderam, durante décadas, as supostas qualidades do mercado, agora camuflam suas posições. Ou — pior — viram a casaca e, para não perder terreno, fingem esquecer de tudo o que sempre disseram
23 de novembro de 2008
O dia em que o Fed se tornou socialista
Na iminência de uma quebradeira apocalíptica, os chefes da Reserva Federal e do Tesouro americano jogam
no lixo os sagrados dogmas liberais e orquestram um resgate-monstro que inclui nacionalizações de dar inveja
a Hugo Chávez. Mas o cassino financeiro continua, com apostas cada vez mais altas
12 de outubro de 2008
O pesadelo das finanças sem freios
Os mercados pressionaram os Estados por anos, para se tornarem cada vez mais "livres" de limites e regulamentações. Embriagados por seu próprio poder e riqueza, criaram a pirâmide de dívidas que agora ameaça desabar. Mas há alternativas para um sistema de crédito sustentável e socialmente útil
24 de março de 2008
O mundo refém das finanças
Por que o estouro da bolha imobiliária dos EUA é uma ameaça à economia internacional. Quais as novas formas de especulação nos mercados financeiros, e de que modo elas podem propagar a crise. Como os grandes bancos e fundos de investimento transferem a conta de sua irresponsabilidade para os Estados e sociedades
6 de setembro de 2007
A nova fronteira liberal
Propor a substituição das políticas públicas por caridade plutocrática, e sugerir a dissolução definitiva do Estado Social, pode ser a quimera radical dos neoliberais
1º de abril de 2006
Hora da verdade
Para desespero dos partidários do “sim”, está cada dia mais transparente para os eleitores que o que está em questão no plebiscito é a continuidade de duas décadas de desregulamentação dos serviços
1º de maio de 2005
Um patrão à imagem de Deus
Jean-Marie Messier declara que o planeta é o seu domínio; e a organização do mundo, sua tarefa histórica. Sua ambição é o poder total; e o meio de alcança-lo, a comunicação
1º de maio de 2002